Ainda to pensando sobre o endereço do blog.
Enquanto não me decido vou publicar um texto de Lya Luft.
Só pra não enjoar de escrever minhas coisas aqui. =)
Eu não quero ser uma pessoa normal, vivendo uma vida normal, só pra inglês ver.
Eu quero meus defeitos. Meus efeitos. Quero tudo e quero mais.
Eu não ligo se o ano acabou, minha fé balançou e as pessoas estão pensando em árvore de natal e festa de ano-novo.
Viva um dia de cada vez, respire, esqueça... Sou da turma do improviso.
Por isso, não me pergunte. Eu nunca sei o que vou sentir daqui a 5 minutos, 2 meses, um ano. Sinceramente, não sei. E se sei, minto. Eu não vivo o futuro.
Eu não sei que caminhos seguirei, que pessoas amarei, quantos gatos terei.
Eu só sei o que quero. O que devo. NOW. Eu nasci assim: conheço o fim e improviso o meio.
Falta de juízo? Não sei. Preciso sentir antes de pensar. Só depois ajo.
E vivo como vive quem planeja: bato a cabeça do mesmo jeito. Arrisco. Machuco. Sangro. Costuro. Me reconstruo.
Quanto maior o grau de dificuldade, maior o prêmio. Não é assim?
Eu acho, está escrito em algum lugar, não me pergunte onde.
E o prêmio não é ganhar um bônus por decepções digeridas nem coragens reforçadas, com uma viagem de ida e volta com acompanhante para a Polinésia Francesa.
O prêmio é olhar pra dentro e - mesmo com toda dor, mágoa, tristeza, falta de rumo e prumo - se reconstruir, se aceitar e ter orgulho de quem você é.
Texto: Desculpem, Mas Devo Dizer: Eu Quero o Delírio! - Lya Luft
Obs: retirei uns trechos pra ficar com a minha cara. :)
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